31 de janeiro de 2012

Esclarecimento a propósito da manutenção dos espaços verdes da UQSL

Esclarecimento publicado no dia 30 de Janeiro de 2012 no site da Associação de Moradores da Urbanização Quinta de S. Luiz a propósito do tratamento dos espaços verdes e após a realização da Assembleia Geral do passado dia 27 de Janeiro de 2012.

(O texto encontra-se conforme o original e pode ser consultado aqui>>)

" Na tentativa de providenciar uma resposta para as várias perguntas colocadas pelos moradores a respeito da recente poda de algumas árvores da Urbanização, a AMUQSL entrou em contacto com Tiago Azambujo, o responsável pela manutenção dos espaços verdes da UQSL, contratato pela Câmara Municipal de Montemor-o-Velho no passado mês de agosto.

Relativamente aos choupos, Tiago Azambujo referiu que a opção de os cortar quase pelo tronco se deveu à deteção de uma brutal infestação de piolhos nos mesmos. Acresce a isto o facto de um dos choupos estar também a danificar um candeeiro de iluminação pública e de a sua ramagem já roçar os prédios.

A AMUQSL foi também informada de que algumas árvores foram cortadas pela base uma vez que estavam secas.

Por fim, na base da decisão de cortar parcialmente algumas outras árvores, que habitualmente não carecem de poda, esteve o facto de, atualmente, estas estarem a impedir a passagem de peões ou o estacionamento de carros ou, noutras situações, estarem até a tocar nas janelas de alguns apartamentos (o que era particularmente notório na rua que leva à Cruz Vermelha Portuguesa - Delegação de Pereira).

Importa sublinhar que todas estas intervenções foram autorizadas pelo Eng.º Hélder Teixeira, da Divisão de Espaços Verdes da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, com quem, há cerca de três semanas, Tiago Azambujo avaliou o estado das árvores da Urbanização.

Para rematar, Tiago Azambujo fez notar que existem ainda árvores por podar, relativamente às quais se aguarda uma autorização da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho para poder avançar. Encontra-se igualmente dependente de autorização a revisão do sistema de rega da Urbanização, cuja premência foi sublinhada pela AMUQSL.

Para consultar o contrato estabelecido entre a Câmara Municipal de Montemor-o-Velho e Tiago Azambujo, basta consultar o link:

http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=262426

Qualquer questão adicional relativamente à manutenção dos espaços verdes pode ser colocada diretamente à AMUQSL que, sempre que for preciso, entrará em contacto com Tiago Azambujo ou com a Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, no sentido de solicitar qualquer esclarecimento considerado necessário."



In site "AMUQSL" no dia 30 de Janeiro de 2012



27 de janeiro de 2012

Prestação da casa vai descer em Janeiro

As prestações da casa vão aliviar. As estimativas apontam para uma poupança global de 2,5% face a 2011.
Boa notícia: a maioria das famílias com crédito à habitação vai ver os seus encargos descerem em 2012. Olhando para a negociação dos contratos de futuros sobre a Euribor a três meses é possível verificar que os agentes do mercado esperam que esta taxa interbancária recue durante todo o ano de 2012. Uma expectativa que encontra eco na opinião dos especialistas. Filipe Garcia, economista e presidente da IMF, acredita que as famílias portuguesas com créditos à habitação vão ter boas notícias no próximo ano. "Historicamente há uma relação entre a taxa Refi e a taxas Euribor. E o que nós temos visto nos últimos meses é que a taxa refi desceu mais depressa dos que as taxas Euribor. Portanto tudo leva a crer que estas interbancárias desçam durante o próximo ano", refere. E acrescenta: "Acreditando que vamos assistir a uma normalização do mercado interbancário, até porque o BCE parece estar disposto a facilitar liquidez aos bancos, não há muitas razões para as taxas Euribor subirem". Além disso, Filipe Garcia refere ainda que provavelmente o BCE fará um novo corte na taxa Refi no início do próximo ano. E, como tal, será um outro factor adicional de pressão sobre as Euribor.
Esta é, pois, uma boa notícia para as famílias portuguesas, que apesar de anteverem maiores dificuldades no próximo ano, podem encontrar uma folga nos seus orçamentos através da diminuição dos encargos com a casa. Uma folga que para mais de 90% das famílias com crédito à habitação vais ser uma realidade já a partir do próximo mês. Pela primeira vez desde Maio de 2010, quem tem créditos à habitação indexados à Euribor a seis meses e revir a prestação da casa em Janeiro vai já começar a ver a prestação cair. O mesmo acontece com os contratos indexados à Euribor a três meses, que já começaram a sentir este ano um alívio dos encargos mensais. Recorde-se que 51% dos empréstimos à habitação de taxa variável estão ligados à Euribor a seis meses, enquanto que os financiamentos indexados à Euribor a três meses têm um peso de 42%.
Apenas os empréstimos à habitação indexados à Euribor a 12 meses irão sentir em Janeiro um agravamento da prestação mensal. Mas tendo em conta que este indexante tem estado a corrigir, se se mantiver a evolução, tudo indica que a partir das revisões feitas em Abril também estes créditos comecem a sentir um alívio dos encargos mensais.
Com os dados que estão em cima da mesa já é possível ter uma estimativa de qual será a poupança global que as famílias poderão ter em 2012 com o crédito à habitação. Analisando os contratos de futuros sobre a Euribor a três meses (para Março, Junho e Setembro) é possível verificar que uma família com um empréstimo no valor de 150 mil euros, a pagar em 30 anos e com um ‘spread' de 1,5% deverá pagar no próximo ano um valor total de 7.218 euros com encargos da casa, o que representa uma poupança de 184 euros face aos montantes pagos em 2011. Ou seja, se as estimativas espelhadas na negociação dos contratos de futuro sobre a Euribor a três meses se confirmarem, tudo indica que estas famílias vão beneficiar em 2012 de uma redução dos encargos com a casa na ordem dos 2,5%. No entanto, convém ressalvar que os valores analisados reflectem apenas as expectativas actuais dos agentes do mercado, susceptíveis de sofrerem alterações. Pode não parecer muito, mas 2,5% pode fazer muitas diferença principalmente para os casos das famílias que já vivem com os orçamentos no limiar da sua capacidade. E são cada vez mais as famílias que vivem à beira da ruptura financeira. Os números do Banco de Portugal mostram que são cada vez mais os portugueses que, por causa do aumento do desemprego e das medidas de austeridade, estão a deixar de cumprir com os seus compromissos perante a banca.
Simulações: quanto vão pagar os contratos com revisão em Janeiro?
Euribor a três meses
Quem tem a prestação da casa indexada à Euribor a três meses já começou a sentir uma queda dos encargos mensais. E essa tendência mantém-se. Tomando como exemplo o caso de uma família com um crédito à habitação no valor de 150 mil euros a pagar em 2011, com um ‘spread' de 1,5%, indexado à Euribor a três meses, vai pagar uma prestação em Janeiro de 626,92 euros, menos 8,4 euros do que pagava até agora.

Euribor a seis meses
Pela primeira vez desde Maio de 2005, os empréstimos à habitação indexados à Euribor a seis meses vão sentir um alívio da prestação mensal. Quem tem um empréstimo de 150 mil euros a pagar em 30 anos indexado à Euribor a seis meses irá pagar uma prestação no valor de 646,45 euros- menos 6,08 euros face aos valores pagos actualmente. Tudo indica que esta tendência se vai manter durante o próximo ano.

Euribor a 12 meses
Os contratos indexados à Euribor a 12 meses são os únicos que ainda vão sentir agravamentos na prestação mensal. Contas feitas, uma família com um empréstimo de 150 mil euros, indexado à Euribor a 12 meses que reveja a prestação em Janeiro irá pagar uma prestação de 674 euros. Um montante que representa uma subida de 39 euros face ao valor pago até agora. As estimativas apontam para que a partir de Abril de 2012 os créditos indexados à Euribor a 12 meses também comecem a sentir um alívio dos encargos.


in site "Económico" em 29 de Dezembro de 2011

Comunicado da Mesa da Assembleia da AMUQSL

Comunicado da Mesa da Assembleia Geral da Associação de Moradores da Urbanização Quinta de São Luiz publicado no site da mesma. 

Lembra-se a todos os sócios e não sócios de que a referida Assembleia Geral se realiza hoje dia 27 de Janeiro de 2012 pelas 19:30h na Junta de Freguesia de Pereira.




(O texto aqui publicado encontra-se conforme original que pode ser consultado aqui>>)




Foi este órgão social contactado pela Direção da AMUQSL, bem como por alguns associados, no sentido de esclarecer questões pertinentes relativas à assembleia-geral a realizar no próximo dia 27 de janeiro.

Atualmente, existe um número reduzido de associados que ainda não efetuou o pagamento da quota relativa a 2011. Alguns destes associados defendem que o facto de não ter sido deliberado um prazo para pagamento da quota não os inibe de votar na próxima assembleia-geral.

É facto assente que, desde a constituição da AMUQSL, nunca tal deliberação foi proposta ou votada. Relembramos que, na assembleia-geral de 15 de outubro de 2010, apenas aos associados com quotas pagas foi permitido o exercício do direito de voto.

Foi, desde sempre, entendimento claro que, na falta de estipulação de prazo, o pagamento das quotas seria efetuado até ao final do ano civil. Assim é na generalidade das Associações de Moradores, foi assim desde sempre na AMUQSL.

O prazo apresentado pela Direção da AMUQSL – 8 de janeiro de 2012 – meramente indicativo e extensível até ao inicio da assembleia-geral, bem como as diversas formas de pagamento ao dispor dos associados, esbatem numa questão legal e na exigência de um formalismo até agora ignorado, mas prontamente aproveitado.

A questão ora suscitada e a ameaça expressa, legítima diga-se, de impugnação da próxima assembleia-geral constituem um ónus para os associados que, de forma voluntária, cumprem os seus deveres sem necessidade de prazo admonitório, sem necessidade de se escudarem em formalismos que anteriormente entenderam como desnecessários.

Um grupo restrito de associados pretende os mesmos direitos e deveres diferentes. Esta pretensão é, no nosso entendimento, legalmente defensável e moralmente condenável.

Assim sendo, e porque não pretendemos levar o nome da AMUQSL, e consequentemente o esforço financeiro dos nossos associados, para uma batalha judicial sem nexo e fruto de pura teimosia e imposição de regras anteriormente ignoradas, este órgão social deliberou que a todos os associados será permitido o direito de voto na próxima assembleia-geral.

Desde já, endereçamos um voto de agradecimento e pedimos a compreensão de todos os associados, que certamente se sentirão injustiçados pela presente deliberação.

Mais informamos que, ao contrário do que foi publicamente veiculado por alguns associados, a assembleia-geral está aberta a não associados, como sempre esteve e como sempre estará.

A presidente da Mesa da Assembleia,

Carla Lucas


In site "AMUQSL" em 25 de Janeiro de 2012





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