27 de novembro de 2012

Escola de Noite no Celeiro dos Duques de Aveiro


 
 
 
António Augusto Barros: “um espectáculo construído a partir das circunstâncias”
 

Esta peça irá estrear em Janeiro, no Teatro da Cerca de São Bernardo. Ainda nos faltam dois meses. Porque é que a apresentamos agora? Porque decidimos trabalhar neste espectáculo de uma maneira diferente. Estamos numa fase de trabalho em que se pretende confrontar a matéria textual e a performance dos actores com espaços e públicos muito diversos.
Por isso agendámos um conjunto de ante-estreias, como lhe chamamos, à falta de melhor nome.
São sessões de trabalho, passos na criação de um espectáculo que será construído a partir das circunstâncias.
A ver se sobrevivemos a elas, integrando-as, e reconstruindo-as utopicamente…
 
António Augusto Barros
 
 
 
Depois da Figueira da Foz, da Covilhã, Verride, Abrunheira, e Casal do Cimeiro (Soure), eis chagada a vez da Vila de Pereira no Celeiro dos Duques de Aveiro, onde será apresentado mais um trabalho do grupo de teatro Escola da Noite. Os bilhetes custam 3€ e podem ser reservados/adquiridos através dos seguintes contactos:
 
 
Silvio Carvalho - Telm. 915443049
 
 
 
 

NOVAS DIRETRIZES EM TEMPOS DE PAZ
de Bosco Brasil
 
Em 18 de Abril de 1945, quando a II Guerra Mundial está perto do fim, um emigrante polaco, Clausewitz, desembarca no porto do Rio de Janeiro, em busca de uma nova vida como agricultor. No cais é colocado perante Segismundo, um oficial da alfândega que desconfia das intenções da entrada de Clausewitz no Brasil.

Sem o salvo-conduto assinado por Segismundo, Clausewitz será obrigado a voltar ao cargueiro e seguir viagem. Para a obtenção desse salvo-conduto, Segismundo propõe um desafio ao estrangeiro, o que leva as duas personagens, que partilham a mesma idade do séc. XX, a confrontar as suas memórias: de um lado um actor que perdeu familiares e amigos, do outro um ex-torturador que sempre cumpriu ordens.

encenação António Augusto Barros elenco Igor Lebreaud e Miguel Lança figurinos e imagem gráfica Ana Rosa Assunção
 
 
 
Sábado dia 01 de Dezembro, no Celeiro dos Duques de Aveiro - Vila de Pereira
 
M/16 » 3€
 
 
In site "Escola da Noite"

 
 

6 de novembro de 2012

Calcule quanto vale a sua casa e se vale a pena arrendar

Investir em casas para arrendar pode não ser um negócio tão rentável quanto poderia supor-se. A Deco fez as contas e concluiu que para quem está sujeito a uma taxa média de IRS de 24,5%, a rentabilidade de uma casa localizada nas principais zonas residenciais das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto varia entre os 2,4% e os 4,5%.


Os riscos de incumprimento, os custos associados a uma casa e o preço desta são os fatores que, segundo a Proteste Investe, da Deco, devem ser tidos em conta antes de se avançar para a compra de imóveis com a finalidade de os arrendar. Todos juntos contribuem hoje para que a rentabilidade anual líquida deste negócio seja “muito baixa”.

Calcule aqui quanto pode render a sua casa, se a alugar

Assumindo uma taxa de tributação em sede de IRS de 24,5% (próxima, por isso, da taxa liberatória de 25% que o Governo equaciona criar para as rendas), a rentabilidade de uma casa arrendada vai no máximo aos 4,5%, se a casa estiver localizada nas principais zonas residenciais de Lisboa e do Porto. Mas se o conjunto dos rendimentos do senhorio o colocar na fasquia dos 49% de taxa de IRS, a rentabilidade variará então entre 1,3% e 2,5%.

Além da sujeição das rendas ao IRS, os investidores devem ainda preocupar-se com a tendência do preços dos imóveis, antes de avançar para um investimento desta natureza. Porque, alerta a Deco, apesar de se tratarem de aplicações a longo prazo, o resultado do investidor é sempre a soma das rendas com a mais ou menos-valia na altura da alienação. A informação compilada pelo Instituto Nacional de Estatística sobre o evolução da avaliação que os bancos fazem às casas deve, assim, ser tida em conta antes de uma aquisição.


In site "Dinheiro Vivo"



29 de outubro de 2012

Euribor renovam mínimos históricos

As taxas interbancárias mantêm a tendência de descida nas principais maturidades. A Euribor a seis meses renova mínimos históricos pela quinta sessão consecutiva, tocando valores nunca antes vistos.


A Euribor a seis meses segue em queda pela quinta sessão consecutiva e mantendo uma tendência a que se assiste desde o final de 2011. O indexante mais utilizado no crédito à habitação em Portugal desceu 0,2 pontos base para 0,394%. As famílias que detêm este tipo de crédito junto dos bancos vêem assim os encargos mensais com os mesmos diminuírem. Descem, por outro lado, as remunerações dos depósitos bancários.


Na maturidade de três meses a taxa Euribor recuou 0,3 pontos base para 0,196%. As maturidades mais longas acompanham a tendência com a taxa interbancária a nove meses a ceder 0,3 pontos base para 0,512% e a mesma taxa a 12 meses a descer 0,3 pontos base para 0,624%.

Para o prazo de um mês a taxa Euribor mantém-se inalterada nos 0,110% pela sétima sessão consecutiva.

A política monetária do BCE tem vindo a pressionar, desde o final de 2011 as taxas interbancárias. As Euribor são as taxas a que os bancos estão dispostos a emprestar dinheiro a outro banco dentro da Zona Euro. Ao cortar progressivamente o preço do dinheiro para os actuais 0,75% a autoridade monetária tem contribuído para esta tendência de descida. Isto porque estes indexantes tendem a seguir o comportamento do preço do dinheiro.

As injecções de liquidez no mercado que o BCE efectuou, através de financiamentos ilimitados a baixo custo e de longo prazo, aliviaram a pressão sobre a banca e contribuíram para esta tendência.

Outro factor que tem pressionado as taxas interbancárias foi a descida para -0,25% da taxa de depósitos paga pelo BCE. Isto significa que os bancos que depositarem dinheiro em Frankfurt terão de pagar uma taxa de juro para o fazer. Esta medida surge como forma de dinamizar o mercado financeiro, tentando incentivar as entidades financeiras a depositarem o dinheiro noutras instituições, sendo esta uma forma de financiamento dos bancos.